quarta-feira, 22 de junho de 2016

Salmo 19

 
Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.  Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite.  Não há linguagem nem fala onde não se ouça a sua voz.  A sua linha se estende por toda a terra, e as suas palavras até ao fim do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol,  O qual é como um noivo que sai do seu tálamo, e se alegra como um herói, a correr o seu caminho.  A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até à outra extremidade, e nada se esconde ao seu calor.  A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos símplices.  Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e ilumina os olhos.  O temor do Senhor é limpo, e permanece eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros e justos juntamente.  Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos.  Também por eles é admoestado o teu servo; e em os guardar há grande recompensa.  Quem pode entender os seus erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos.  Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhoreie de mim. Então serei sincero, e ficarei limpo de grande transgressão Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!

domingo, 8 de maio de 2016

BIANCA TOLEDO CONTA SOBRE INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA E A CURA

Quem olha hoje para esta linda mulher jamais poderia imaginar tudo aquilo que passou. Sua história superou barreiras territoriais, e pessoas do mundo inteiro participaram de um relógio de oração a favor dela. Seu testemunho tem impactado a muitos. Bianca esteve cara a cara com a morte, mas antes mesmo disso, em sua infância e adolescência, ela passou por problemas emocionais. A sua transformação foi completa: no corpo, na alma, no espírito. Ela tem 35 anos, é mãe de José Vittorio (hoje com três anos de idade) e casada com Felipe Heiderich. Formada em canto lírico e popular, participou do programa “Raul Gil” e venceu o concurso promovido por ele, chamado “Usina de Talentos”, o que a levou a gravação de um CD. Ela também é fundadora do projeto Reina Brasil, que reúne músicos e compositores para usar a musicalidade brasileira para louvar a Deus. Além disso, cantou no encerramento do “Criança Esperança” em 2007, e posteriormente, em 2008, gravou um CD solo. Hoje, após ter passado por inúmeros milagres, Bianca viaja por todo o mundo para testemunhar aquilo que Deus fez em sua vida. Aproveite para ler as linhas abaixo e conhecer um pouco mais da história dessa mulher que tem sido um exemplo do poder de Jesus. “Tive uma adolescência e infância muito difíceis emocionalmente. Quando tinha 3 anos de idade, meus pais se separaram, e isso trouxe marcas em minha vida. Uma das marcas foi ter uma baixa autoestima, o desenvolvimento do transtorno de ansiedade e um transtorno obsessivo compulsivo por comer. Aos 12 anos de idade pesava 80 quilos. Era ridicularizada na escola e taxada como a mais feia. Bianca Toledo participa do concurso “Usina de Talentos” do Programa Raul Gil A minha autoimagem era conturbada de forma que até quando se tratava do meu dom musical (tinha uma voz linda e tocava instrumentos), agia de forma negativa. Via isso como um peso, porque as pessoas me pediam sempre para cantar e eu não queria. Fugia das pessoas. Tinha muita dificuldade de me relacionar por causa das feridas que permaneciam dentro de mim. Com o passar do tempo desenvolvi também uma depressão crônica. Não tinha vontade de viver. Se alguém me perguntasse: “Você se imagina no futuro?”, eu responderia que não. Contudo, isso mudou quando conheci a Cristo. Um dia, aos 16 anos, viajei a São Paulo para visitar meu pai. Ele havia se convertido, e me convidou para assistir ao seu batismo. Quando cheguei a sua igreja, fui recepcionada com um forte abraço e muito amor. A partir daquele momento já comecei a me sentir diferente. Eu sempre estava na defensiva, mas aquela recepção me fez sentir como ser recebida pelo próprio Deus. Aqueles que não conhecem a Cristo não têm dimensão do amor que eles podem ter! E diante desse amor, naquela noite, me apaixonei por Cristo! Comecei a buscar ao Senhor. Frequentava aos cultos de segunda a segunda e também tinha momentos a sós com Deus. Com um mês de conversão, fui batizada com o Espírito Santo no meu quarto, enquanto orava. Bianca grávida de José Vittorio Ainda na adolescência, descobri que tinha endometriose, e por isso, não podia ter filhos. Cria que o Senhor podia me curar. Deus me disse que um dia teria uma família, e eu confiei Nele. Porém, quando estava perto de completar 30 anos, comecei a pensar: “Onde está a minha família?”. Acabei fazendo como Sara e Abraão, que tentaram concretizar a promessa com suas próprias mãos, fazendo com que Abraão tivesse um filho com Hagar. Sem nem mesmo perguntar a Deus se era da vontade Dele, me casei. O Senhor, contudo, não esqueceu sua promessa. Fiquei grávida e muito feliz, apesar dos desajustes e separação que passei no meu casamento ao longo do tempo da gestação. Orava a Deus, e Ele me revelava quem seria meu filho, como seria sua personalidade. Decorei o quarto do bebê e esperava com expectativa o dia em que ele chegaria! Foi então que, no oitavo mês da gestação, senti uma dor muito forte no abdômen e naturalmente pensei: “O meu filho está nascendo!”. Fui ao hospital, e ao me examinarem, os médicos chegaram à conclusão de que eu não estava em trabalho de parto. Algo estava acontecendo comigo, mas nenhum médico sabia dizer o que era. Fui transferida de hospital, e a cada momento piorava de estado. Os médicos decidiram fazer o parto do meu filho. Entrei na sala de cirurgia já inconsciente, e não pude ver meu filho nascer. Posteriormente, descobriram que meu intestino havia rompido, tive infecção generalizada e falência múltipla de órgãos. Pela medicina, eu deveria ter apenas mais 48 horas de vida, mas para a surpresa de todos, continuei viva! Bianca saindo do estado de coma Fiquei em coma durante 52 dias. Passei por 10 cirurgias no abdômen e no pulmão, 300 transfusões de sangue, 2 paradas cardíacas e contraí bactérias hospitalares, inclusive, a KPC, contra a qual ainda não existe nenhum antibiótico. Todavia, enquanto estava inconsciente, era ministrada pela pastora Fernanda Brum e outras pessoas que iam me visitar. Existia uma corrente de oração por mim em vários lugares do Brasil e do mundo, e eu assimilava em sonhos aquilo que acontecia no mundo espiritual. Liberei perdão para muitas pessoas e recebi do Senhor curas interiores ainda no coma. Quando finalmente fiquei consciente, ainda tentava assimilar aquilo que tinha acontecido comigo. Estava respirando por aparelhos e não tinha nenhum movimento no corpo. Observava o movimento no CTI, e me perguntava se um dia teria minha vida de volta. No dia 31 de dezembro, fui transferida de hospital. Suspenderam toda a medicação que eu recebia, pensando que eu não sobreviveria mais. Entretanto, a partir daquele dia, meu corpo começou a melhorar gradativamente. A princípio ainda fazia hemodiálise, tinha feridas abertas no meu abdome, em que os médicos diziam que não havia perspectiva de fechar. Ainda não falava, mas me comunicava através de um quadro com letras, apontando para elas e formando frases. Com o tempo, passei a respirar sozinha. Meus rins voltaram a funcionar. Os médicos diziam que era impossível um rim voltar a funcionar após dois meses parado. O meu tinha ficado quatro meses sem atividade alguma, mas o Senhor fez com que ele funcionasse! Também voltei a falar ainda com uma chamada “voz de monstro”, mas isso já era um grande milagre. Os médicos e enfermeiras que cuidavam do meu caso tiveram um encontro com Deus, e até mesmo o mais cético confessou que Deus havia interferido na minha situação. Bianca e José Vittorio Tive alta, já conseguindo ficar de pé e dar alguns passos usando algum apoio. Voltei para casa e finalmente conheci o meu filho, que já tinha quase seis meses de idade. As pessoas diziam que antes ele não chorava, não era como as outras crianças. Minha mãe conta que uma vez até mesmo o fez chorar, temerosa que houvesse algum problema com ele. Contudo, quando ele me viu, me reconheceu e sorriu. A partir daquele dia, se tornou uma criança como todas as outras. As pessoas diziam: “Ele estava esperando a mãe voltar para casa”. Ainda assim, não pude tocá-lo naquele momento, pois estava de quarentena em razão da colonização de bactérias. Percorri um longo caminho de recuperação. Na época ainda não caminhava, tinha uma bolsa de colostomia, e dependia muito das pessoas. Venci muitos desafios e até mesmo tive que aprender a ser mãe novamente. Bianca vai a muito lugares para testemunhar o que Deus fez em sua vida Readquiri todos os meus movimentos. Minha voz ainda hoje está em processo de recuperação, mas já consigo falar, cantar, mesmo que em voz um pouco mais baixa, e até mesmo pregar. Casei-me novamente e tive uma restauração também em minhas emoções. Creio que Deus pode ajustar qualquer casamento, mas apenas se os dois envolvidos estiverem realmente interessados nisso. O divórcio é um assunto delicado, que deve ser analisado com cuidado, e gostaria que ninguém tomasse meu caso como referência. Hoje, o Senhor tem me levado a muitos lugares para testemunhar do que fez em minha vida, me deu uma unção de cura, e, pela graça Dele, muitas vidas têm sido transformadas! A Ele toda honra,

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Mãe a procura de um filho que desapareceu

Olá amigos. Peço a vocês que compartilhem e vamos ajudar uma mãe a reencontrar o filho Desaparecido há mais de três meses Júlio Batista completa nesta quinta-feira 28 anos. Mãe faz apelo em busca de informações sobre o paradeiro do filho “Três meses e onze dias, sem notícias”, lamentou dona Rosa Maria de Souza, mãe de Júlio Júlio Batista de Souza, de 27 anos que desapareceu no dia primeiro de outubro de 2015. Desde então, a mãe recebe telefonemas, mas todas as buscas foram em vão até o momento. A motocicleta supostamente usada pelo jovem foi encontrada estacionada no dia 05 de outubro pela Polícia Militar no Córrego Caratinguinha, divisa com o Córrego do Laje. Ao longo deste tempo, a mãe percebeu que alguns pertences do filho não estavam em sua residência, como uma mochila, peças de roupas, documentos pessoais e um aparelho de barbear. O seu desaparecimento é um mistério. A família mora na rua Tiradentes, no bairro Santo Antônio, em Caratinga e mantém a esperança de reencontrar Júlio. Os dias tem sido difíceis para uma mãe sem notícias. Nesta quinta-feira, dia 14, Júlio completa 28 anos de idade e a mãe espera receber um telefonema do filho ou o contato de alguém com informações sobre o seu paradeiro. Dona Rosa faz mais um apelo. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Júlio entre em contato pelo número (33)9- 9927 9454 ou acione a Polícia Militar através do número 190..

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Tire o seu dinheiro da caderneta de poupança o quanto antes!

por Samy Dana Um grande problema que temos como seres humanos é a nossa tendência a nos acostumarmos com tudo que nos cerca. Pode ser um emprego mediano e sem perspectiva de crescimento, mas que não tomamos iniciativa de pedir demissão. Um relacionamento abusivo que se estende muito mais do que deveria. Ou mesmo a opção por um investimento que não é, nem de longe, a melhor opção do mercado. No Brasil, a maioria da população coloca suas economias na caderneta de poupança, mesmo sabendo que o noticiário econômico mostra a todo momento que a aplicação não é vantajosa. Uns se apegam ao argumento de que a poupança é garantida pelo governo, outros se apoiam na justificativa da praticidade e liquidez. Deste modo, a poupança segue se fortalecendo pela nossa facilidade em nos acomodarmos. O primeiro ponto a ser esclarecido é essa falsa percepção de que o investimento é garantido pelo governo. Na verdade, o lastro da poupança é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o mesmo que garante outras aplicações de renda fixa no mercado, como os CDBs (Certificado de Depósito Bancário), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agropecuário). Pela regra, em qualquer uma dessas aplicações, o FGC cobre até R$ 250 mil por CPF em caso de quebra da instituição financeira. Em resumo, isso significa dizer que o risco da poupança é o mesmo das aplicações citadas acima, a diferença é que, no cenário atual, todas elas apresentam um rendimento muito melhor que a caderneta. Um outro detalhe importante a ser ressaltado é que a poupança não é negociável. Com a taxa de juros do país acima de 8,5%, o rendimento da caderneta é fixo em 0,5% + a taxa referencial (TR). A TR possui um mecanismo de cálculo complexo que depende, de forma indireta, da Selic e com isso muitos acreditam que a poupança é vantajosa em tempos de juros elevados - como é o caso do contexto atual. Mas esta avaliação é um grande  equívoco. Ainda que a TR suba em função da Selic, esse aumento não é suficiente para dar fôlego à poupança para superar a inflação. Isso fere o principal fundamento de qualquer investimento, que é a geração de renda. No acumulado em 12 meses, o rendimento da poupança não chega a 8%, enquanto a inflação está quase atingiu 10%. O que a aplicação gera de renda não é capaz sequer de manter o poder de compra da população. O mercado de renda fixa oferece diversas outras opções. Títulos que pagam a inflação + uma taxa fixa. Ou mesmo investimentos que acompanham a taxa de juros do país. Na hora de escolher um CDB, por exemplo, você tem a opção de investir na instituição que is, quanto maior o percentual pago do CDI, melhores os resultados. Escolher um novo destino para suas economias pode não ser tão prático como transferir dinheiro para uma conta poupança mensalmente. É algo que requer pesquisa e empenho para conhecer um novo instrumento financeiro. O resultado deste esforço, se reflete no seu bolso. Para buscarmos caminhos mais assertivos na vida, é preciso determinação e disposição para a mudança. No futuro, sua rentabilidade agradecerá...

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Moradora do Vale do Cercado, cartão-postal da Chapada Diamantina

Gislene Moreira é coordenadora do curso de Jornalismo Multimeios da Universidade do Estado da Bahia, em Seabra. Leia seu depoimento abaixo: Neste final semana, anunciaram na TV que o fogo na Chapada Diamantina está controlado. O problema é que sou moradora da região e olho da janela e ainda há fumaça na Serra da Bacia. Também tenho notícias de fogo no Morro Branco, no povoado do Capão. Ambos são locais de difícil acesso, com fendas e precipícios enormes. Na Serra da Bacia, cerca de 20 voluntários estão dormindo há dias para evitar que o fogo cresça. Se ele se espalhar, pode atingir o Morro do Pai Inácio, que fica logo à frente. Combatentes, como Igor (17 anos), não retornam pra casa nem para tomar um banho. Na espera do revezamento, se alistaram Zé (15) e Eduardo (13). Até Joana (05) vestiu um macacão chamuscado para a brincadeira de botar e apagar fogo na porta de casa. O empenho da garotada em reforçar a brigada voluntária evidencia a fragilidade da resposta do poder público para o problema de um gigantesco incêndio florestal no Parque Nacional da Chapada Diamantina que já dura semanas. Segundo Negão, um dos líderes da brigada de Campos São João, os voluntários estão exaustos depois de 10 dias intensivos de combate. Para ele, a desarticulação das forças públicas e seu desconhecimento do terreno acabam forçando que os nativos se exponham mais. “Eles não combatem na noite, e são as pessoas da comunidade quem tem de garantir a vigília no horário de maior risco. A gente não tem equipamento e estamos cansados. Muitos aqui já deixaram de trabalhar só para apagar fogo e não vemos a ajuda chegar”, afirma o brigadista. Para agravar a situação, em Campos São João, comunidade com cerca de 800 moradores, novos focos de incêndio são provocados todos os dias. Só neste sábado foram três. Inclusive contra a caixa d’água que abastece a localidade. Para Negão, a proximidade com a BR-242 e a sensação de impunidade são o combustível desta onda piromaníaca que tirou a paz do pacato vilarejo. Para quem quer ajudar: Associação Comunitária do  Cercado. Bradesco agência  1087-1 e Conta Poupança 1000870-0 CNPJ 02.566.165/0001-50  

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Governador Valadares decreta estado de calamidade por causa de poluição do Rio Doce

A medida foi tomada por causa da passagem da lama originária das represas que se romperam em Mariana. MP entrou com ação contra a Samarco para garantir os custos das ações emergenciais no município Lama deixou o Rio Doce na Região de Governador Valadares com a cor avermelhada (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A.Press) A Prefeitura de Governador Valadares decretou estado de calamidade pública em razão do desabastecimento de água na cidade. A medida foi tomada por causa da passagem da lama originária das represas que se romperam em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, e que está percorrendo o Rio Doce. A prefeitura da cidade elaborou um plano emergencial que foi enviado para os governos Federal e Estadual e para a Samarco, responsável pelas minas que cederam. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) entrou com uma ação civil pública contra a mineradora para que ela arque com os custos das ações emergenciais que serão tomadas para assegurar o abastecimento no município.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Haddad concede benefício de transporte para desempregados

Fernando Haddad regulamentou, por decreto publicado nesta terça-feira (10), a concessão de Bilhete Único Especial para desempregados na cidade de São Paulo. Terão direito ao benefício os trabalhadores que, após o final da vigência do seguro-desemprego, comprovarem que ainda não conseguiram recolocação no mercado de trabalho. O Bilhete Especial terá validade de 90 dias e não será renovável. O seguro-desemprego é pago por um período de três a cinco meses para auxiliar o trabalhador em todas as suas despesas, incluindo de transporte. O bilhete garantirá que o beneficiário continue com acesso garantido ao transporte coletivo por mais três meses após o final da assistência federal. O decreto assinado pelo prefeito vai ao encontro do PL 842/2013, aprovado pela Câmara Municipal em outubro passado. O texto concedia o benefício por 90 dias para profissionais demitidos sem justa causa e determinava que eles devolvessem o bilhete especial caso recomeçassem a trabalhar, mas não incluía medidas para prevenir sua utilização indevida, razão pela qual foi vetado. O Bilhete Único Especial do Trabalhador Desempregado, cuja criação foi regulamentada nesta terça, é pessoal e intransferível e será imediatamente cancelado se o beneficiário for admitido em novo emprego ou se houver uso indevido por terceiros. A Secretaria Municipal de Transportes e a SP Trans irão normatizar e operação do bilhete e fiscalizar sua utilização.