sábado, 1 de agosto de 2009

Cantora lauriete



Lauriete Rodrigues de Almeida, nascida no dia 23 de fevereiro de 1970 em Vitória-ES, filha de Joaquim de Jesus Pinto e Laurinete Amélia Rodrigues Pinto e tem dois irmãos, Levi e Áquila. Lauriete é casada com Reginaldo Almeida e eles têm uma filha chamada Julia Acsa. Ela e seu esposo, que é evangelista, são membros da Assembléia de Deus em Ibes, Vila Velha-ES.

Lauriete canta desde os 5 anos de idade e com 7 anos já cantava e tocava violão na igreja. Somente aos 12 anos de idade gravou o seu 1° disco (vinil). Com uma carreira abençoada, ela tem gravado quase um CD por ano. Atende convites por todo país e por todo mundo. A sua fidelidade, seriedade e compromisso com as coisas de Deus, fazem com que sua agenda seja muito concorrida. Lauriete já cantou em todo território brasileiro e tambem ja viajou para cantar em muitos outros países.

Com uma carreira de 27 anos, com 24 CDs gravados, Lauriete é um destaque no meio gospel capixaba, nacional e internacional.Ao longo de sua carreira, Lauriete conquistou alguns prêmios como discos de ouro e de platina.

Além de cantar, ser mãe, ser esposa, Lauriete administra, junto com seu esposo, a sua produtora fonográfica Praise Records, com sede em Vila Velha-ES, que também produz alguns CDs de outros grandes cantores. Além disso, Lauriete e Reginaldo também atendem o povo capixaba em sua loja Lauriete Music, localizada na capital do estado, com todo artigo evangélico.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Algumas imagens de Caratinga

E aqui nessa maravilhosa cidade que eu moro ,apreendi muito com esse povo principalmente com os amigos,nao podemos esconder o passado sao 161 anos mais existem muitas coisa a serem feita aqui nao podemos viver de aparencia principalmente na politica ,a tao sonhada igualdade ,a geraçao de emprego para o pai de familia a segurança publica emfim e o BRASIL confritos que seram sempre adiado para o proximo governo,nao se esqueça na eleiçao ele lembraram de nos a sua rua a sua praça e mais coisas tudo pelo seu voto acredite.






sexta-feira, 3 de julho de 2009

Deus cuida de nós



Olá, amiguinhos. Hoje vocês saberão como nosso Papai do Céu cuida de cada um de nós.
Certo dia, Jesus percebeu que as pessoas estavam se preocupando demais com determinadas coisas: com o jeito de se vestir, com o que iriam comer e o que teriam de fazer para ter dinheiro. Então, ele encontrou um jeito de tocar seu coração, dizendo: “Olhem para os pássaros. Eles não espalham as sementes, não colhem... e o nosso Pai do Céu os alimenta”. E também falou: “Olhem para os lírios do campo. Vejam como eles crescem. E nem mesmo o rei Salomão se vestiu como um deles...”.

Vejam bem, amiguinhos. Jesus quis dizer que os passarinhos não fazem nada para ter o alimento e, mesmo assim, o Papai do Céu não deixa que nenhum deles passe fome. Ele também não deixa de cuidar das flores do campo. Já reparou como elas são bonitas? Se Ele faz isso com os pássaros e com as flores, o que Ele não fará por mim e por você? Afinal, nós temos um grande valor, já que somos filhos de Deus.

Saibam que temos um Papai no Céu que sabe de tudo o que precisamos. Por isso, vamos nos preocupar somente com uma coisa: buscar o Céu, deixando que Jesus cuide do resto. Certo? Deus abençoe a todos vocês!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Como diciplinar



A palavra disciplina quer dizer ensino, segundo o dicionário da língua portuguesa. Ou seja, quando não há ensino sistematizado de regras ou de conduta de comportamento, ocorre a indisciplina. Quando os pais não sabem ou não conseguem dizer “não” ou “sim” na hora certa, quando acontece falta de limites, de procedimentos que gerem obediência, a indisciplina se instala. É interessante perceber que crianças em idades diferentes apresentam diferentes comportamentos e manifestações de indisciplina. As ações e reações indisciplinadas de uma criança pequena não podem ser iguais as de um pré-adolescente ou de um adolescente. E, infelizmente, quando não acontece a correção dessas manifestações na hora certa, essas pessoas em fase de crescimento terão problemas no futuro. Ou seja, quando crianças são violentas ou agressivas e não são disciplinadas, com certeza se tornarão adultos agressivos e violentos.

Eu sempre oriento que cada atitude de desobediência deve ser corrigida na hora em que acontece. O importante é ter regras de comportamento na família, explicar cada uma delas e exigir o seu cumprimento. A criança precisa entender que o não cumprimento de uma regra tem uma conseqüência negativa. Isso quer dizer que ela vai ter que assumir a conseqüência dessa desobediência (cantinho da disciplina, por exemplo). Por outro lado, o cumprimento de uma regra terá uma conseqüência positiva, que pode acontecer em forma de elogio, de demonstração de contentamento (método do incentivo, por exemplo). Mas as regras precisam ser claras e objetivas, de modo que a criança entenda e concorde com cada uma delas. E que o pai tenha convicção, consistência e firmeza no que está fazendo.


Também vale ressaltar que existem pais que não sabem identificar o choro ou uma atitude diferente dos filhos. Eles precisam aprender a detectar quando o filho está com sono, ou incomodado porque está sujo, ou se está com fome, ou sede. Não se pode simplesmente pensar que certas atitudes são de desobediência. Isso pode confundir a criança. Esse problema é mais comum com o primeiro filho, já que tudo é novidade e ninguém nasce sabendo ser pai. Diante dessa situação, os pais devem suprir todas as necessidades básicas da criança (fome, fralda, sede, sono, frio, calor). Se tudo isso estiver em ordem, aí sim um choro ou grito ou qualquer outra atitude pode significar manha, birra e indisciplina. Mas, aos poucos, os pais vão aprendendo a identificar as diferentes manifestações dos próprios filhos. E se acontecer alguma suspeita de que certas atitudes de indisciplina podem ser geradas por algum transtorno extra, o melhor é consultar o pediatra a fim de saber como agir.

Se a indisciplina é identificada, é preciso fazer algo. O método que recomendo para disciplinar é aquele que mostro no programa da SuperNanny: estabeleça uma rotina e regras que você quer para sua casa e sua família. Comunique isso, explique aos filhos e exija o cumprimento delas. Ao desobedecer uma regra, dê uma advertência ao seu filho; se desobedecer novamente, leve-o até o cantinho da disciplina (banquinho, tapetinho, cadeirinha) e deixe-o ali durante uma quantidade de minutos que sejam proporcionais à idade que possui (exemplo: 4 anos, 4 minutos). Ao terminar o tempo, faça com que ele peça desculpas e esqueça do assunto. Não grite, não se descontrole, não ameace, pois você está ensinando.

Alguém pode estar se perguntando: o que a Bíblia orienta nesses casos? É preciso usar, de fato, a vara para corrigir um filho? Eu posso apresentar alguns trechos bíblicos de Provérbios que abordam o assunto, como em 13.24 (“O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga”), 23.13 (“Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá”) e 23.14 (“Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno”). Sendo assim, a Bíblia fala sobre educar o filho com a vara para que aprenda, mas essa atitude somente pode ser tomada com entendimento profundo da Palavra de Deus e discernimento sobre a mesma. Creio que o termo original refere-se a vara mesmo, mas é um assunto difícil de ser abordado na coluna de uma revista sem uma explicação profunda do procedimento. Isso seria mais aconselhável de ser ministrado em um encontro para pais cristãos, debaixo de oração, para não se correr o risco de espancar crianças e dizer que Deus é quem ordena assim.

Eu sou contra bater nos filhos porque, ao bater, não estamos ensinando, e sim descarregando uma série de sentimentos que levamos dentro de nós, como nervosismo, amargura, frustração, estresse etc. O ato de bater não ensina, somente machuca a criança; e o pai, muitas vezes, vai sentir remorso pelo que fez. O apanhar deixa marcas na criança, dói, machuca. O pior é que ela não consegue se defender, especialmente quando é pequena. Nesses casos, muitas vezes, a criança agride verbalmente ou tem outras manifestações de violência.

Da mesma forma, um castigo aleatório, sem consistência ou explicação, somente machuca, deixa marcas profundas nas crianças. Um outro problema acontece quando os pais castigam sem uma lógica ou aviso, somente porque estão nervosos ou cansados. Um dia castigam por uma atitude do filho, mas no dia seguinte, porque estão de bom humor, deixam falhas passarem, sem castigar. Isso é muito ruim, pois deixa a criança confusa e sem ensino.

O episódio do casal que acorrentou o filho pequeno em casa para ir à igreja, alegando que ele era muito indisciplinado, é um exemplo de exagero e crueldade. É prova da falta de discernimento ou entendimento profundo da Palavra de Deus. Muitas barbaridades como essas e outras piores se fazem no mundo todo em nome de Deus.

Creio que uma disciplina com entendimento, convicção, autoridade legítima, sem autoritarismo, sem nervosismo ou descontrole, dará o resultado esperado. Se ainda assim, a criança não demonstrar disciplina, seria bom consultar um médico para ver se não há algum outro problema que justifique a indisciplina.

Pais cristãos, tementes a Deus, precisam entender que é fundamental haver unidade entre o casal, uma rotina adequada, regras que ajudarão na formação do caráter das crianças e um método de disciplina (ensino) para poder orientar os filhos. Sem o entendimento certo da vara, segundo a Palavra de Deus, o método do cantinho da disciplina (para crianças pequenas de 2 até 7 anos) ou área de reflexão (para crianças maiores de 8 anos em diante) são eficazes.

Lembrem-se: eles ficam ali 1 minuto por ano de idade; tem que haver pedido de desculpa no final do tempo; deve haver um método de incentivo (reconhecimento pelo esforço do cumprimento das regras, que devem ser claras e de acordo com a idade da criança). Deve haver também uma advertência antes da disciplina propriamente dita, para dar a chance de corrigir o comportamento sem necessidade de chegar ao extremo. Não grite, não perca o controle, não fique nervoso. Você está ensinando seu filho.

sábado, 18 de abril de 2009

Mulheres da Igreja perseguida


"Reveste-se de força e dignidade; sorri diante do futuro. Fala com sabedoria e ensina com amor."
Provérbios 31.26, 27

Quando paramos para meditar nas histórias de mulheres da Bíblia, encontramos exemplos que podem ser aplicados em nossa vida diária, e assim, somos inspirados a tomar atitudes e decisões que sigam a vontade de Deus. Isso também acontece ao olharmos para nossas irmãs da Igreja Perseguida.

São mulheres que enfrentam a dor da perda como Rute e Noemi, que passam por situações muito difíceis como Maria, que necessitam ser líderes de seu povo, como Débora. São muitas irmãs que enfrentam tudo por amor a Cristo.

Oramos para que Deus abençoe a todas as irmãs, não importa em qual país estejam, dando-lhes força para enfrentar de simples batalhas de cada dia à perseguição, resolver cada problema com sabedoria e dignidade, amar a Deus e a seu próximo, sabendo que a recompensa vem de crer no futuro, ou seja, na vida eterna com Cristo.

Neste mês de março, o mês da mulher, queremos desafiar você a dar passos de fé em sua caminhada com Cristo, sendo inspirado pelos testemunhos de nossas irmãs que dependem de Deus, e amam a Ele, acima de tudo.





- "Experimentamos a fidelidade de Deus"
- O milagre na vida de Meskele
- Garota é estuprada por ser cristã
- Ex-muçulmana é solta após vários dias na prisão
- Menina cristã mutilada perdoa seus agressores
- Casal continua em busca da validação de seu casamento
- Irmãs são vítimas de sequestro, estupro e conversão forçada
- Roubo de igreja e estupro de mulher de pastor em Bangladesh
- Vitória para cristãs perseguidas no Egito
- Idosa cristã sai da prisão, mas marido permanece hospitalizado
- Jovem cristã sofre maus tratos na prisão
- Policial é punido por abusar de menina dalit
- Enfermeira é suspensa após orar por paciente
- Viúva recebe cartas de encorajamento de cristãos de todo o mundo
- Viúva de pastor assassinado se prepara para um novo lar
- Viúva jordaniana vence batalha final na corte
- Viúva indonésia ainda necessita das orações dos irmãos
- Ore por Evelyn Hasim
- Seqüestrador dos filhos de Maria Samar é capturado pela polícia
- Escreva para Vaisha, uma jovem viúva indiana
- Interceda pela família de Necati Aydin


Se você quer receber informações sobre o Ministério de mulheres da Missão Portas Abertas, escreva para mulheresdocaminho@portasabertas.org.br.

sábado, 21 de março de 2009

Uma historia de homem


Um cego estava à beira da estrada. Ao perceber a aproximação de Jesus, clama por ele várias vezes e é, seguidamente, repreendido por muitos dentre a multidão que insistiram para que se calasse. Sua reação é oposta ao que todos esperavam. Seus clamores repetidos, transformados em gritos ecoam por toda parte. Jesus, então, atendendo aos anseios do cego pede que o tragam e lhe restaura a visão.

Aquela multidão era como todo ajuntamento heterogêneo que se possa ter. Uma multidão, é uma mescla de todas as gentes, por isso pode ser intransigente, possuir interesses os mais diversos, visões de vida as mais variadas; uma multidão esconde ideologias inúmeras, sentimentos bons, como também sentimentos danosos. É capaz de ocultar olhares e fugazmente se perder na dissimulação. Como conseqüência, pode tomar direções e posicionamentos inusitados. Uma multidão surpreende.

As repreensões aconteceram porque o que dele esperavam era uma atitude de passividade diante de sua própria crise. Sua cegueira, de longa data, era, sem dúvida, um aspecto externo de algo que lhe corroia as entranhas: a marginalização. Era um cego em crise. Ser cego significava ficar sempre à beira do caminho, não participar das principais decisões que diziam respeito a sua vida e a sua comunidade, incapacidade de se manter dignamente, estar fadado a ouvir sempre e nunca ter voz ativa. Significava, também, sentir o frio da solidão mesmo quando no meio de uma grande multidão eufórica. Talvez seja esse um dos maiores drama que se possa viver: ser considerado inútil e sentir-se como tal. Seu valor, como pessoa, estava sempre abaixo das míseras moedas que recebia de pessoas caridosas. Ele nada poderia fazer para mudar aquela situação. Seu nome nem mesmo é citado. Não era dono nem do seu próprio nome. Era chamado de Bartimeu, que significa filho de Timeu. Seu pai, tivera honra, nome, ele, nem mesmo a honra do próprio nome lhe era computada.

A multidão repreende de acordo com seus valores e em sintonia com o momento vivido. A multidão apresenta-se, muitas vezes, como interesseira e sem amor ao próximo. Ela olha o todo e esquece-se das partes miúdas que dizem respeito à individualidade. Sua sensibilidade nem sempre está na pele dos indivíduos que a compõem, mas no clima que é produzido pelas muitas vozes que, sedutoramente, se alternam aos ouvidos dos fragilizados. O cego era apenas mais um dentro da multidão que deveria se subjugar ao imperativo da vontade todos.

Privado da visão, sem a condescendência de amigos capazes de tomar fortes decisões por ele, só lhe resta gritar: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim. Sua atitude expressa conhecimento, o que lhe foi de grande valia. Isto fica claro ao se referir à linhagem de Jesus. Davi foi um grande rei e as profecias evidenciavam que o Rei dos Reis viria dessa descendência. Portanto, gritar, apenas, não resolve. É preciso saber o que gritar, como, e a quem fazê-lo. O grito da alma precisa ter a consistência da fé inteligente.

Indiferente à multidão, o Mestre Divino se volta para o cego. Era possível ouvi-lo e tornar-se cúmplice de sua dor. Uma nova dimensão, a do sobrenatural divino, se interpõe à multidão e ao cego. O sonho se torna realidade. Ele vê.

Esta é uma história de homens. Envolve um homem que busca socorro e homens que negam compreensão. A solidariedade é ofuscada por um sentimento discriminatório, pois o necessitado possuía “defeitos” graves: era pobre, mendigo, cego, e sem prestígio algum. Os acertos e desacertos delineados neste episódio são inerentes aos seres humanos, porém é verdade também que podemos mudar, melhorar nossa performance e errar menos. O milagre compete a Deus, a solidariedade, a compreensão e a partilha, aos homens e mulheres que conseguem se enxergar como iguais.